Sonhava que abria caixas, guardadas num armário velho há muito, muito tempo. Dentro delas materiais escolares, produtos de papelaria, apontadores, grampeadores, tesouras. Vários deles, repetidos, empoeirados.
O desejo: escolher apenas um de cada e me desfazer dos outros.
O sentimento: a angústia de não conseguir me desvencilhar de coisas antigas que carregam história.
Alguém então diz: não é preciso jogar fora, basta eleger um a ser usado e retornar o resto ao armário. A existência de um não significa, necessariamente, o fim da existência do outro. Uma história não precisa excluir todas as outras.
O desejo: escolher o mais útil, o mais funcional e também o mais bonito.
O sentimento: a angústia de não conseguir eleger, entre todas as coisas antigas e carregadas de história, a que mais tivesse significado para mim.
Moral da história: certos esqueletos devem permanecer para sempre dentro de seus armários...
O desejo: escolher apenas um de cada e me desfazer dos outros.
O sentimento: a angústia de não conseguir me desvencilhar de coisas antigas que carregam história.
Alguém então diz: não é preciso jogar fora, basta eleger um a ser usado e retornar o resto ao armário. A existência de um não significa, necessariamente, o fim da existência do outro. Uma história não precisa excluir todas as outras.
O desejo: escolher o mais útil, o mais funcional e também o mais bonito.
O sentimento: a angústia de não conseguir eleger, entre todas as coisas antigas e carregadas de história, a que mais tivesse significado para mim.
Moral da história: certos esqueletos devem permanecer para sempre dentro de seus armários...
