quarta-feira, julho 15, 2009

Como uma vaca na índia

A vida por aqui tem passado tão lentamente que, como diz a música, a gente quase que não sente.
A verdade é que a inércia me pegou: minha caixa de entrada da UOL está com 127 msgs que não tenho a menor disposição de ler, meu telefone tem várias ligações não atendidas (e não retornadas), meu Projeto Corrida 2009 não emplacou, não meditei nem um dia sequer. Bebi cerveja o findi todo. Não terminei meu livro e de quebra, comecei mais dois. Continuo chocólatra as usual. Não visitei praticamente nenhum amigo ilhéu e assim, exatamente assim como a coisa está, tá bão demais.
O tempo chuvoso não me incomoda - após as tempestades do fim de semana, tivemos dois belíssimos dias de sol (tão belos que resolvi esquecer o protetor solar e estou parecendo uma salsicha alemã de tão vermelha). A previsão continua sendo de vento forte, a ponto de não dar nem pra ficar de biquininho na praia. Humpf.
As meninas-caninas estão mais pentelhas do que nunca e isso nunca me incomodou tão pouco. Devo admitir: estou tão sossegada quando um pernilongo pousado num tetraplégico.
No momento, a lan-house está cheia de crianças meio gosmentas e isso também não me incomoda. Eu tenho apenas 2 minutos de internet e isso nunca foi tão super ok!
Ritmo de Brasil Grande: devagar, quase parando :)

3 comentários:

Luciane disse...

Just loooove cows (no wonder, I'm one of them).
Saudades, Naninha.

Ana disse...

hahaha adorei a analogia do pernilongo, não conhecia, vou usar.
Aproveite bastante aí.
Ah, meu projeto corrida começou hoje, as pernas estão pesando 300 kg cada, mas o sorriso está de orelha a orelha, rs
beijos,

Nana disse...

Pois é, tão vaca e pernilongo que me esqueci no meio da fauna e não prestei a menor atenção à formatação do texto e erros gramaticais!
Ah, vidona.